eu vi que tudo iria
ser do fronte do azul.
As palavras me soaram
na viagem da companhia
a verdade daquela
dança que me levava
e não parava
e não parava.
O que via era o que queimava
do martelo que se punha no
raio daquele instante.
É o que era certo
É o que era livre. Do que antes
era paixão para o que
ontem foi a indiferença.
Hoje.
Não conheço.
