segunda-feira, 13 de junho de 2011

Tudo que não

Para aquele olhar
eu vi que tudo iria
ser do fronte do azul.
As palavras me soaram
na viagem da companhia
a verdade daquela
dança que me levava
e não parava
e não parava.

O que via era o que queimava
do martelo que se punha no
raio daquele instante.
É o que era certo
É o que era livre. Do que antes
era paixão para o que
ontem foi a indiferença.

Hoje.
Não conheço.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Para lembrar

Quando o senhor, concentrado, sentado ficava,

gostava de ficar entendida, pois só assim me sentia mais companheira.

Na hora de chegar via aquele andar que mais parecia homem do mar...

não....era homem do rio.

Você se foi e, no último olhar eu não estava lá.

Sofro pelo tempo curto.

Choro pelo tempo longo.

Espero.

Sem esquecer.


Para meu avô querido, Roldino.